Reposição hormonal feminina: afinal, quando deve ser feita?


Cada fase da vida da mulher é acompanhada de muitas descobertas. Isso porque o corpo está em constante mudança, que leva a diferentes desafios em cada etapa. Uma dessas fases importantes é a menopausa, que se inicia em torno dos 50 anos e traz uma série de sintomas que comprometem o bem-estar da mulher. A boa notícia é que eles podem ser atenuados e até combatidos com a reposição hormonal feminina.

Entenda o que é menopausa

Trata-se da data que marca a última menstruação e ocorre por volta dos 50 anos devido à queda ou interrupção da produção dos hormônios estrogênio e progesterona. Para a grande maioria das mulheres, é acompanhada de sintomas desagradáveis. Os mais comuns são:

  • sensação de ondas de calor, conhecidas como fogachos;

  • redução da libido;

  • insônia;

  • ressecamento da pele e mudança da textura dos cabelos;

  • dores de cabeça;

  • aumento da porosidade dos ossos, que pode levar à osteoporose;

  • desaceleração do metabolismo, resultando em ganho de peso;

  • flacidez da pele;

  • sudorese noturna;

  • alterações do humor, ansiedade, irritabilidade e, inclusive, depressão.

A menopausa é um processo natural do organismo feminino e, em alguns casos, não há necessidade de tratamento. Mas, caso os sintomas sejam muito incômodos, é preciso consultar um médico de confiança para que ele faça a reposição hormonal adequada.

Saiba o que é reposição hormonal feminina

Já mencionamos que a menopausa surge em decorrência da queda ou da interrupção da produção dos hormônios femininos. A partir disso, surgem os sintomas. Para amenizá-los ou combatê-los é necessário fazer com que o corpo volte a ter as taxas normais de estrogênio e progesterona.

Para isso, é fundamental fazer acompanhamento médico. Somente um profissional pode recomendar qual a forma e dosagem correta de ministração. O recomendado é que seja feita na janela de oportunidade, ou seja, no máximo até sete anos após o início dos sintomas.

Veja como a reposição é feita

A mulher deverá realizar determinados exames. Com isso, o médico saberá se há alguma contraindicação e qual a dose hormonal correta a ser aplicada. A reposição hormonal feminina pode ser feita com estrógeno ou com a combinação de estrógeno e progesterona.

Esse tipo de tratamento é contraindicado para mulheres que:

  • estejam com um quadro de hipertensão descontrolado;

  • apresentem histórico de doença vascular cerebral;

  • já sofreram infarto;

  • tenham comprometimento das artérias coronárias;

  • tenham tido ou ainda tenham câncer de mama ou no endométrio;

  • tenham doença no fígado.